quarta-feira, outubro 15, 2003

Franchising do Red Light em Bragança

Julgo, ao contrário de muitos, que a criação de "uma filial do Red Light" em Bragança é, não só imperativa para o desenvolvimento de toda uma região, como também urgente uma vez que faz parte do caderno de encargos e do lote das infraestruturas básicas necessárias para acolher, como deve ser, um Europeu de Futebol. Isto claro, de acordo com o regulamento da UEFA, que entretanto o Carlos Cruz, sorrateiramente, desviou para a cadeia como leitura de mesa-de-cabeceira e para ensinar outros presos preventivos a ler. Este era um ponto que se encontrava por cumprir, coisa que o Comissário responsável não deixou passar em claro na última vez que visitou um dos estádios dos contribuintes portugueses, perdão, dos clubes portugueses.
Eu pessoalmente sempre achei que fazia falta a Portugal estas marcas de desenvolvimento, sinónimo de civilização e de abertura franca a novas modas. É tempo de acabar com este pensamento conservador.
Agora, tenho a mais profunda convicção que tenho todas as condições para acolher ingleses e outros que tais.

PS (que não partido socialista): A verdade é que a Time fez um enorme favor ao país. Ao publicar um artigo sobre Portugal, a Time deu-nos mais publicidade gratuita que todos os Figos, Rui Costas e Eusébios juntos. O resto é conversa.