segunda-feira, junho 28, 2004

5- No PSD há um outro problema grave: as bases, os seus militantes de base, acolhem bem Santana Lopes porque gostam do estilo. Nas cúpulas poucos o suportam como se vê nas imediatas reacções internas de rejeição da solução encontrada. Santana não é internamente político de consensos. Mas as bases estão com ele. Quem assistiu ao último congresso do PSD em Oliveira de Azeméis sabe que o momento por que todos esperavam era o discurso de Santana. E quando ele se preparava para começar, acreditem, nem um único ruído se ouvia na sala. Impressionante. Mas na política, pelo menos no PSD, não há, ou não deve haver, sucessões dinásticas: é preciso ir a votos num congresso soberano que aplauda e que se reúna em torno de um novo líder. Não basta a legitimidade de um Conselho Nacional (até porque a lista de Durão Barroso neste órgão nem maioria tem e porque o nome de Santana pode não passar numa votação); é preciso mais. Muito mais. Encontrado um líder em congresso que se avance então com um nome para primeiro-ministro. Não se deve pôr o carro à frente dos bois, porque nestas coisas só devagar se pode ir ao longe. Assim sim, haveria alguma legitimidade política.

3 Comments:

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