A qualificação portuguesa para os quartos-de-final de uma prova organizada por nós e no grupo mais fácil de todo o Europeu vale assim tanta euforia?
Porque será que continuamos a celebrar aquilo que deve ser uma obrigação?
Não era obrigatório que esta equipa, com estes técnicos, jogadores e dirigentes se qualificasse sem espinhas e sem grandes sofrimentos? Parece que não.
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