segunda-feira, dezembro 20, 2004

A campanha começou

A originalidade: “Só com o crescimento económico poderemos resolver o desemprego, o equilíbrio das contas públicas e o combate às desigualdades” – José Sócrates

Disfarçada de jantares de Natal, a campanha de Sócrates e seus correligionários já começou. Basta estar atento e ouvi-los a falar à boca cheia de mil e uma promessas e lugares-comuns tão do agrado de multidões arregimentadas também denominadas de aparelho ou de bases.
Era bom que alguém perdesse algum tempo e ensinasse o Eng. Sócrates a ser modesto e a fazer um exame introspectivo sob as suas capacidades e supostas garantias de futuro para Portugal e para os portugueses. Afinal, mesmo que o PS não pense o mesmo, as eleições só se ganham nas urnas e com o voto dos portugueses. Não se ganham por antecipação. E muito menos por optimismo ou arrogância. E muito menos à mesa dos banquetes.
Sócrates não prima pelo bom senso e é muito pior político do que Santana como rapidamente se irá ver. Sócrates é um político cinzento, sem escrúpulos, cujas ideias para Portugal são vendidas a pataco, sem qualquer orientação e que tem como líder espiritual o mais incompetente dos políticos portugueses do pós-25 de Abril: António Guterres. O pior ainda está, portanto, para vir.