terça-feira, março 01, 2005

O Pato

Finamente tenho a possibilidade de juntar–me a tão ilustre companhia. Com atraso é certo, o mesmo atraso que o César persistia em cultivar, com o célebre tenho de estar em Queluz… se a Internet tem virtudes, uma delas é a possibilidade de juntar pessoas que fisicamente distam alguns kms. Nalguns casos muitos. Parece, e é um lugar comum. Mas o Grupo do Pato mais do que tudo continua a ser um espaço de discussão e opinião, mesmo que a distância impossibilite a convivência física passada em longas horas nesse local que nos deu nome. Falta-nos o espaço físico. O pato, um café, três salas. Uma delas com a fotografia de um bebedolas bonacheirão, de sorriso largo, que fazia promoção a uma qualquer cerveja, como pano de fundo, decorando uma sala minúscula que servia para tudo menos o tédio. Também o Sr. Sousa, e os pastéis de nata “duplos”, ou as cervejas pedidas de enfiada. Lá nasceu o “Pornoestruturalismo”, e outras fantasias. Lá se passaram muitas horas. Falta–nos o Palouro das Neves, o “Vasquinho” que anda fugido. Mas não falta a mesma vontade de discutir coisas. Mudou muita coisa, mas o essencial ficou.
Ainda bem.