quinta-feira, outubro 09, 2003

GNR

De acordo com informações prestadas pelo ministro da Administração Interna, a colocação de militares tugas no Iraque, comportará ao erário público 427 mil euros por mês para manter os 130 homens e mulheres. Quanto ao investimento em equipamento, o governante avançou com o valor de 7 milhões e 777 mil euros.
Figueiredo Lopes adiantou igualmente o valor do suplemento a que os militares destacados vão ter direito. Serão 2490 euros por mês, tanto para oficiais como para praças. O seguro de vida será também igual para todos.

É esta uma parte dos encargos que os contribuintes portugueses têm de suportar para que o governo prossiga a sua generosa e cordata atitude de legitimação de uma invasão e ocupação estrangeira do Iraque e para que algumas empresas de construção civil e bancos portugueses dali recolham muitas pepitas de ouro.
Entretanto continuamos a aguardar que o governo português discorra sobre a fundamentação das provas que o conduziram a apoiar o ataque. Para quem brandiu aos sete ventos a iminência de um apocalipse nuclear acaso não ocorresse a invasão, seria de esperar que maior desvelo tivesse sido posto na apresentação de argumentos irrefutáveis desse perigo. Em vão, até hoje ...